sexta-feira, 15 de outubro de 2010



EFEITO GRACELI. UM

magnetismo espacial.


A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.

Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.

URANO.

Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.

SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.

Júpiter.

O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.

Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.

EXCENTRICIDADE.

O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.

INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].

O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.

RESPOSTA.

O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.

Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.

O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.

Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.

Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.

Isto também acontece com a dinâmica.

O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.

Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.

Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.

De júpiter próximo a ganimedes.
.

O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.

Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.

Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.

Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.

O EFEITO GRACELI É.

1- a faixa de magnetismo espacial.

2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.

3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.

4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.

5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.

6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.

Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.


Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –
satélites de saturno.

Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.




EFEITO GRACELI DOIS.

PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.


EFEITO GRACELI TRÊS.

AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.


EFEITO GRACELI QUATRO.

FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.



EFEITO GRACELI CINCO.

ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.

PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.

DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.



EFEITO GRACELI SEIS.

FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.

Efeito graceli sete.

Alinhamento cósmico pelo magnetismo e rotação do primário produtor.
ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA.
TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor. Ancelmo Luiz graceli.

A ORIGEM DA TRANSLAÇÃO.

Teoria da relação entre os fenômenos da astrofísica e a astronomia.

Os astros se formam em translação.

Unificação entre a astrofísica e a astronomia.

OS FENÔMENOS ASTROFÍSICOS DETERMINAM OS ASTRONÔMICOS.

Conforme a produção de energia, altas temperatura e radiação ocorrem a desintegração de astros na forma de radiação e materiais em altas temperatura liberada no espaço, que vão formar atmosfera, aurora boreal, que vai ser locomover para o equador pela ação do magnetismo, formando anéis de gases, que ao se afastar pela ação da radiação vai se formar em discos de esferas em seu torno e não muito longe do equador. A partir daí vai se formar numa esfera maior que já será um meteorito ou um asteróide.


OS ASTROS ANTES NASCEREM JÁ POSSUEM TRANSLAÇÃO.

Durante o processo de formação do secundário que inicia com a radiação e a atmosfera. Que este material de gases e aurora boreal já acompanha a rotação do astro produtor. Ou seja, mesmo antes de ser um meteorito, asteróide ou astro, durante a sua gestação o futuro astro nasce em translação. Pois, da rotação se dará inicio a translação. Os gases e aurora boreal desenvolvem rotação em torno do primário. Os anéis em se encontram em outro estagio já desenvolvem translação. O mesmo acontece com os discos, esferas menores.


EQUIVALÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA COM A ROTAÇÃO E A TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
Confirma-se que conforme a produção de processos de fusões nuclear haverá na mesma proporção à produção de energia do primário e a sua rotação, que vai produzir secundários com translação equivalente.
Astronomia de processos de integração e desintegração.
Décima primeira teoria de astronomia graceliana.


O astro passa por fases e fluxos de integração e desintegração. Conforme a produção de energia do primário e da sua própria produção de energia.

Este processo de desintegração e reintegração é que faz com que o astro crie os seus secundários e tenha origem à rotação e translação de cada astro.
Astronomia de origem, formação de astro, fenômenos e órbitas, estruturação de órbitas e variações.

O astro já se forma e se esferifica em translação.

Mesmo em atmosfera, depois anéis e discos o futuro astro já se encontra em translação.

As órbitas se estruturam com o afastamento, rotação, e translação do astro.

As inclinações e excentricidade também fazem parte do processo estruturante. Ou seja, estão numa ínfima, mas constante mudança.

A estrutura esférica e tamanha do astro depende deste processo de origem em que o mesmo passa.

A astronomia é estruturante, em processos, variações e estruturações.

A rotação, órbita, translação inclinação também depende da energia do astro.




ASTRONOMIA E COSMOLOGIA FENOMENOLÓGICA. NÃO DEPENDE DE REFERENCIAIS.

São os fenômenos em si, logo não é relativista.

São fenômenos e produzindo a astronomia e a cosmologia estruturante.

Enquanto a teoria da gravitação é uma força que age a distancia.
E os astros estão em inércia.

Enquanto a teoria da relatividade é referências e os astros se movem numa curvatura do espaço produzida por um astro maior.

Ou seja, não usa referencial, e são fenômenos em si e variáveis produzindo a estruturação e desenvolvimento da astronomia e cosmologia.
Astronomia - Principio do fluxo do bamboleio.

Princípio da irregularidade progressiva e crescente das órbitas e rotação dos astros.


Os astros tenderão a ter uma órbita sempre com maiores irregularidades, e com sentidos invertidos, sempre mudando de sentido.

Eles sempre estarão mudando de sentido de órbita.


E abrindo , saindo de uma posição de disco para uma posição de circulo.

Os planetas em sistema de estrelas jovens são gasosos por estarem numa situação com pouco processamento físico.

E em muito locais as estrelas têm pouca atração magnética para o centro do equador, onde se forma os anéis e disco antes de se passar para a fase de esfera.

Ou seja, a ação magnética é pouca e faz com que aja uma formação lenta e quase direta para fase de circulo para a fase de esfera.

Outro ponto é a ação da pressão atmosfera e a pressão do espaço denso, que certos sistemas de estrelas é ínfimo, demorando a esferificação, onde os astros se tornam mais tempo em fase gasosa.
ASTRONOMIA – EFEITO GRACELI.


A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.

Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.

URANO.

Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.

SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.

Júpiter.

O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.

Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.

EXCENTRICIDADE.

O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.

INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].

O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.

RESPOSTA.

O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.

Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.

O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.

Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.

Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.

Isto também acontece com a dinâmica.
Áreas da física para serem desenvolvidas.

1-Geofísica e aquecimento global.

2-Evolução dos elementos químicos e sua abundancia, por intensidades e fases de 3-3—3-produção e processamento de energia.
4-Microfisica de interações.

5-Unificação geral por produção e processamento de energia.
6-Universo vivo por produção de energia.
7-Astrofísica por processos físicos e físicos da estrutura da matéria e dos astros..
8-Teoria da formação e desintegração de fenômenos e da estrutura da matéria.
9-Teoria da transcendência e passagem de fases de intensidades de fenômenos.


As fases e intensidades de produção e processamento de energia que determina o universo de fenômenos dentro e fora da estrutura e arredores dos astros e da matéria, como, núcleos, magmas, camadas, atmosfera, anéis, radiação, temperatura. Etc.

Conforme a intensidade e tempo de produção de energia do astro e partícula que vai ser produzido a radiação, fenômenos, desintegração, afastamento, e a estrutura dos astros.
Alternancidade e variância progressiva – radiação, energia, magnetismo, rotação, desintegração , reintegração.

A variância sofre uma progressão conforme a energia e o diâmetro, e conforme o afastamento do primário. E a desintegração do mesmo. Quanto mais distante, mais velho, e com maior índice de desintegração de energia, e com menos produção de energia, por isso a variação é crescente.


Fisicidade , fusão nuclear, altas temperaturas, e rotação.

Os fenômenos astrofísicos são os responsáveis pelos astronômicos.

Ou seja, o que acontece dentro e na atmosfera do astros determina o tipo de dinâmica, e órbita do astro no espaço.
Ações de fenômenos que são processadas sobre a terra.


De produção de energia. Radiação e temperatura.

De atração pela gravitação. Age principalmente sobre corpos maiores que partículas e moléculas.

De expulsão pela gravitação – por isto que as águas evaporam para o espaço, os gases flutuam, a temperatura é expelida para fora, e a luz e calor do sol consegue sair do sol. Do contrário não teríamos a luz e nem o calor do sol.

Lateral em direção ao equador.
Do magnetismo que carreiam todo material de radiação, gases, evaporação, temperatura para a faixa do equador. O magnetismo não nasce só nos pólos, mas sim em todo astro.


Fenômeno da atmosfísica – processos físicos a atmosfera produz com o seu próprio material no espaço. A atmosfera é com um corpo, ou astro em intensa atividade.

Não foi considerados aqui os fenômenos de fusão e fissão nuclear que acontece dentro do astro.

A pressão atmosférica e do espaço denso ajuda a manter este material flutuando no espaço, porém quando este material se condensar de novo vai ser atraído – isto no caso das nuvens, pois a água já é moléculas.

Enquanto partículas menores se encontram na faixa do equador, pela ação do magnetismo, e nesta faixa forma nuvens de atmosfera, que vai se transformar em anéis, depois discos, e pela compressão vai se tornar esfera.


Enquanto as moléculas de água são atraídas pela gravidade, as partículas menores são impulsionadas para fora pela ação da impulsão da gravitação, da radiação e da temperatura.

Pois, a temperatura tem fundamental função neste processo. Ajuda a expulsar para o espaço, produzindo a atmosfísica, e quando na faixa do equador age expandindo nuvens, e aglomerados de partículas, estas por sua vez são impulsionadas para fora.

Logo, a gravitação não é só atração, é também expulsão, e o magnetismo, a radiação e a temperatura têm uma grande função no processo atmosférico, atmosfisico, geográfico, e astronômico.


A produção de energia, a temperatura e a radiação tem função muito importante em todo este processo.

A pressão atmosférica e a pressão do espaço denso e a ação da atmosfísica e seus próprios campos age aglutinando as moléculas de água produzindo as nuvens.

E produzindo os anéis e os discos e as esferas.


A energia é carreada sempre em direção a faixa do equador, isto pode ser confirmado com o movimento da atmosfera em direção ao equador. Correntes marinhas. Correntes de energia, de radiação e de temperatura e de campos dentro do astro em direção ao equador.

Estas correntes são um dos componentes da produção da rotação do astro.



OU SEJA, SÃO VÁRIOS FENÔMENOS ATUANDO NA ATMOSFÍSICA E ASTRONOMIA.

A produção de energia.
Temperatura.
Radiação.
Pressão atmosférica e do espaço denso.
Correntes de energia, temperatura, radiação, e campos.
Fluxos destas correntes e das pressões.
Bolsas de pressão atmosférica de campos, temperatura, radiação, e correntes.
Fenômenos atmosfisicos que ocorrem no espaço.

Campo magnético. Que carreia tudo para o equador.

Campo gravitacional com função de atração e repulsão.

SELEÇÃO DA AÇÃO DA FUNÇÃO DO CAMPO GRAVITACIONAL

Quando em partículas é impulsionado para o espaço.

Quando em pequenas moléculas se mantêm no espaço e forma a atmosfera e as nuvens.

Quando forma nuvens com densidades a gravitação age com a ação da atração.
A origem do secundário e da translação.

O primário expele radiação e material no espaço em volta de si.

Em várias formas principalmente em partículas e gases que vão forma a atmosfera em volta do primário.

Este material vai carreado para o equador pela ação magnética do astro.

Este material que vai formar os anéis de gases em volta do equador.

Estes anéis vão se formar em discos de gases, partículas e pequenas esferas.
Estes discos são bem estreitos.

A ação da pressão da atmosfera e do espaço denso vai transformar estes discos em esfera.
Que pode ser uma só, quando é produzido planetas, satélites e cometas.

Ou em várias quando é produzido asteróides e meteoritos.

Por que uns são grandes e outros pequenos e vários.

Para produzir um tipo esférico único e grande, ou vários e pequenos depende da intensidade da impulsão da radiação, da ação magnética na produção dos anéis e discos, e na intensidade da pressão atmosférica e do espaço denso.

O primário que já se encontra em rotação, vai produzir a sua atmosfera em rotação, conforme a rotação do astro que está produzindo a atmosfera.

Os anéis e discos vão acompanhar este movimento rotacional.

Que enquanto a atmosfera vai se transformando em anéis, discos, esferas e astros vão acompanhando este movimento rotacional e vai se afastando pela impulsão da radiação.

Este movimento que antes era de rotação, ao se afastar passa a ser de translação.

Temos aí o nascimento e a causa da translação.

Ou seja, o secundário é produzido em translação, e antes dele ser uma esfera ele já se encontra em translação.

Sobre a origem e causa da rotação se deve a energia e radiação do próprio astro.
A multiplicidade de como os fenômenos da natureza pode ser visto.

Física unicista e fenomenológica.

A física não é relativa, pois os fenômenos seguem uma origem de unidade pela energia, e é em si fenômenos absolutos. Mesmo variando, oscilando, pulsando e fluxonando. Mas, são fenômenos em si. O que retrata uma relatividade é a aparência a referenciais e a observadores.

Ou seja,

1- a física é absoluta e fenomenológica quando tratada como fenômeno em si.

2- Variante, alternante, oscilante, pulsante e fluxoante quando tratada na forma de quantificação de fenômenos.

3- Pode ser absoluta, relativa ou indeterminada quando tratada em relação a referenciais.

4- E pode ser unicista quando vista com uma só causa ou efeito para determinados fenômenos.


ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA.
TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor. Ancelmo Luiz graceli.

A ORIGEM DA TRANSLAÇÃO.

Teoria da relação entre os fenômenos da astrofísica e a astronomia.

Os astros se formam em translação.

Unificação entre a astrofísica e a astronomia.

OS FENÔMENOS ASTROFÍSICOS DETERMINAM OS ASTRONÔMICOS.

Conforme a produção de energia, altas temperatura e radiação ocorrem a desintegração de astros na forma de radiação e materiais em altas temperatura liberada no espaço, que vão formar atmosfera, aurora boreal, que vai ser locomover para o equador pela ação do magnetismo, formando anéis de gases, que ao se afastar pela ação da radiação vai se formar em discos de esferas em seu torno e não muito longe do equador. A partir daí vai se formar numa esfera maior que já será um meteorito ou um asteróide.


OS ASTROS ANTES NASCEREM JÁ POSSUEM TRANSLAÇÃO.

Durante o processo de formação do secundário que inicia com a radiação e a atmosfera. Que este material de gases e aurora boreal já acompanha a rotação do astro produtor. Ou seja, mesmo antes de ser um meteorito, asteróide ou astro, durante a sua gestação o futuro astro nasce em translação. Pois, da rotação se dará inicio a translação. Os gases e aurora boreal desenvolvem rotação em torno do primário. Os anéis em se encontram em outro estagio já desenvolvem translação. O mesmo acontece com os discos, esferas menores.


EQUIVALÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA COM A ROTAÇÃO E A TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
Confirma-se que conforme a produção de processos de fusões nuclear haverá na mesma proporção à produção de energia do primário e a sua rotação, que vai produzir secundários com translação equivalente.





ASTRONOMIA .
.

Vigésima teoria de astronomia graceliana.


EFEITO GRACELI. UM

magnetismo espacial.


A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.

Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.

URANO.

Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.

SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.

Júpiter.

O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.

Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.

EXCENTRICIDADE.

O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.

INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].

O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.

RESPOSTA.

O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.

Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.

O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.

Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.

Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.

Isto também acontece com a dinâmica.

O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.

Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.

Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.

De júpiter próximo a ganimedes.
.

O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.

Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.

Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.

Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.

O EFEITO GRACELI É.

1- a faixa de magnetismo espacial.

2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.

3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.

4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.

5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.

6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.

Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.


Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –
satélites de saturno.

Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.




EFEITO GRACELI DOIS.

PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.


EFEITO GRACELI TRÊS.

AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.


EFEITO GRACELI QUATRO.

FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.



EFEITO GRACELI CINCO.

ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.

PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.

DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.



EFEITO GRACELI SEIS.

FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.

Efeito graceli sete.

Alinhamento cósmico pelo magnetismo e rotação do primário produtor.







Décima quinta teoria de astronomia graceliana.

ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA
QUINTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor. Ancelmo Luiz graceli.

A ORIGEM DA TRANSLAÇÃO.

Teoria da relação entre os fenômenos da astrofísica e a astronomia.

Os astros se formam em translação.

Unificação entre a astrofísica e a astronomia.

OS FENÔMENOS ASTROFÍSICOS DETERMINAM OS ASTRONÔMICOS.

Conforme a produção de energia, altas temperatura e radiação ocorrem a desintegração de astros na forma de radiação e materiais em altas temperatura liberada no espaço, que vão formar atmosfera, aurora boreal, que vai ser locomover para o equador pela ação do magnetismo, formando anéis de gases, que ao se afastar pela ação da radiação vai se formar em discos de esferas em seu torno e não muito longe do equador. A partir daí vai se formar numa esfera maior que já será um meteorito ou um asteróide.


OS ASTROS ANTES NASCEREM JÁ POSSUEM TRANSLAÇÃO.

Durante o processo de formação do secundário que inicia com a radiação e a atmosfera. Que este material de gases e aurora boreal já acompanha a rotação do astro produtor. Ou seja, mesmo antes de ser um meteorito, asteróide ou astro, durante a sua gestação o futuro astro nasce em translação. Pois, da rotação se dará inicio a translação. Os gases e aurora boreal desenvolvem rotação em torno do primário. Os anéis em se encontram em outro estagio já desenvolvem translação. O mesmo acontece com os discos, esferas menores.


EQUIVALÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA COM A ROTAÇÃO E A TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
Confirma-se que conforme a produção de processos de fusões nuclear haverá na mesma proporção à produção de energia do primário e a sua rotação, que vai produzir secundários com translação equivalente.
Astronomia pela energia, radiação e rotação.


A causa da dinâmica e órbita dos astros se deve a energia, radiação e rotação.






Astronomia total.
Astronomia de rotação, translação, afastamento e movimento transversal, e variação da inclinação da rotação e translação.



Astronomia processual, estruturante, transformativa, aleatória.


Encontra-se em processos, que se estruturam e estruturam a dinâmica, mudando-a e a transformando constantemente, e que no futuro o sistema solar será um sistema velho e com dinâmicas irregulares e aleatórias.

Com astros mudando o sentido da sua translação uns em relação aos outros.

Os primeiros a entrarem nesta fase são urano e plutão, por terem sua rotação com grandes inclinações. Sendo que Vênus já mudou o sentido da sua translação, agora está voltando.

Ou seja, é um processo constante de mudanças, levando a uma grande irregularidade, tornando o sistema órbita aleatória, com grandes mudanças.




Astronomia transitória.

1- Astronomia de origem – de fluxo – desintegração e reintegração. Num fluxo infinito.

2- A origem da translação pela rotação.

3- Astronomia transitória. A origem da translação e rotação pela origem do astro – processo de reintegração do astro.
Se a existência de um astro ocorre num processo de reintegração – gases, estrela, planeta, atmosfera, anéis, discos, satélites e prossegue num fluxo infinito. Logo, a translação e rotação estão condicionadas ao processo de origem e desintegração do astro, ou outro estágio de existir do astro.

Ou seja, a condição de existir do astro é em estágios e fases – gases, esferas, discos, anéis, radiação, atmosfera. Ou seja, é uma condição TRANSITÓRIA, e esta condição transitória é que leva o astro a produzir e reproduzir a sua rotação, translação. Ou seja, a dinâmica é fruto do processo de ser do astro – integrar-se, desintegrar-se, reintegrar num fluxo infinito.

Astronomia de fluxos.





Astronomia transitória.

1- Astronomia de origem – de fluxo – desintegração e reintegração. Num fluxo infinito.

2- A origem da translação pela rotação.

3- Astronomia transitória. A origem da translação e rotação pela origem do astro – processo de reintegração do astro.
Se a existência de um astro ocorre num processo de reintegração – gases, estrela, planeta, atmosfera, anéis, discos, satélites e prossegue num fluxo infinito. Logo, a translação e rotação estão condicionadas ao processo de origem e desintegração do astro, ou outro estágio de existir do astro.

Ou seja, a condição de existir do astro é em estágios e fases – gases, esferas, discos, anéis, radiação, atmosfera. Ou seja, é uma condição TRANSITÓRIA, e esta condição transitória é que leva o astro a produzir e reproduzir a sua rotação, translação. Ou seja, a dinâmica é fruto do processo de ser do astro – integrar-se, desintegrar-se, reintegrar num fluxo infinito.

Astronomia de fluxos.

Teoria geral – origem e existência dos astros e suas fases de existir, e origem e existência das dinâmicas e suas fases e mudanças de existir.

Fases como com mais rotação, outras com mais translações. A intensidade muda conforme a fases em que elas se encontram. E uma leva a existência da outra.

A rotação do primário leva translação do secundário. Ela vai se desintegrar e vai produzir um terciário. Que com a rotação produzirá a translação do próximo que está se formando em torno da sua rotação e acompanha esta rotação. Ou seja, são fases que acompanha as fases de existir – desintegrar e reintegrar dos astros, radiação, gases, anéis, discos. Esferas.




Atmosfísica e magnetismo.


O magnetismo produzido pelos processos físicos dos astros transportam os gases e partículas para a faixa do equador, produzindo os anéis e os discos que vão se transformar em esferas e astros.

Variação e fluxos de energia.

E no limite da faixa ocorre intensa atividade física por três motivos.

1- por ter na atmosfera nesta faixa grande quantidade de material em radiação e processos físicos.

2-O próprio magnetismo produz nesta faixa variações e fluxos de energia mais intensa, pois os dois pólos estão produzindo energia e levando para esta faixa.

3-Nesta faixa que se tem um intenso recebimento de energia de outros planetas e do sol. Pois o sistema solar produz quase um disco perfeito, onde os secundários têm pouca inclinação orbital.

Por isto que se tem no planeta terra, próximo a esta faixa uma intensa turbulência produzidas por variação de temperatura e energia, grandes nuvens, e grande produção de raios.

O magnetismo pode variar o seu fluxo de intensidade e diâmetro, conforme ocorrem os processos físicos da terra na produção do magnetismo, a sua influência sobre os processos físicos da atmosfera, e a ação de todo sistema solar sobre os processos físicos da atmosfera naquela faixa e do magnetismo.


No interior dos astros existem correntes de energia, temperatura, radiação e campos. Estes correntes tem função primordial sobre as correntes marinhas e da atmosfera.


Estas correntes se processam dentro da própria matéria.

A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.



OS PROCESSOS E INTERAÇÕES DE PRODUÇÃO DE ENERGIA CAUSAM OS MOVIMENTOS DENTRO DO ASTRO E O SEU DESLOCAMENTO NO ESPAÇO.


Os processos físicos causam o movimento das marés, atmosfera, magnetismo dos pólos para o equador, sismos, deslocamento de temperatura e de radiação, produção de elementos químicos, e outros fenômenos. E produz também o deslocamento do astro no espaço.

Ou seja, os processos e interações físicas e de produção de energia causam os movimentos dentro do astro e o seu deslocamento no espaço.
ASTRONOMIA .
.

Vigésima teoria de astronomia graceliana.

Magnetismo rotação e alinhamento cósmico.

O magnetismo carreia para a direção do equador o material de radiação. Que vai produzir os anéis, depois em discos e vão se transformar em esferas pela pressão do espaço denso e atmosfera. Que iniciarão a sua translação conforme a rotação dos primários.

O magnetismo e a rotação levam os secundários a iniciarem a sua translação em alinhamento. Por isto que os astros e o cosmo quase na sua totalidade é em formato de disco.

Isto se confirma nos sistemas planetários, de satélites, de cometas, de galáxias e aglomerados.
Fluxos de variações astronômicas.

Os planetas, satélites, cometas e asteróides desenvolvem uma variação crescente até um pico, e retornando decrescentemente até outro ápice, formando assim um ciclo, fluxo.

Esta variação está presente na inclinação rotacional. Orbital e na excentricidade.

Está variação não é constante. Obedece a um fator de valor que depende da instabilidade e estabilidade do astro. Como exemplo pode-se citar júpiter que tem as duas inclinações e a excentricidade pequenas.

O fluxo varia de 5 a 25 anos e depende da inclinação do secundário. Quanto maior a inclinação maior o tempo do fluxo.

E maior é a inclinação

FÓRMULA PARA VARIAÇÃO DE INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO.

A inclinação somada com o resultado da inclinação multiplicado com 0,0001


O fator de júpiter é 0.00031+3,1= 3,10031 que é a variação no seu extremo.
O fator da terra é 0,00235+23,5= 23.50235 que é a variação do grau em seu máximo.

Mercúrio 28*0.0001=0.0028. [ 0.0028+28=28.0028.]
Vênus 177*0.0001=0.0177. [ 0.0177+177=177.0177.]
Terra 23.5*0.0001=0.00235. [ 0.00235+23.5=23.50235.]
Marte 25.2*0.0001=0.00252 [ 0.0025.2+25.2=25.20252.]
Júpiter 3.1*0.0001=0.00031 [ 0.00031+3.1=3.10031.]
Saturno 26.7*0.0001=0.00267 [ 0.00267+26.7=26.70267.]
Urano 97.9*0.0001=0.00979 [ 0.00979+97.9=97.90979.]
Netuno 28,8*0.0001=0.00288 [ 0.00288+28.8=28.80288.]
Plutão 90 *0.0001= 0.009 [ 0.009+90=90.009.]

O VALOR DA DIFERENÇA DO RESULTADO DA VARIAÇÃO É PARA MAIS E PARA MENOS DO QUE É A INCLINAÇÃO. E A SOMA É O ÁPICE QUE CHEGA A INCLINAÇÃO PARA AQUELE ASTRO.

Esta variação e ciclo fazem com há mudanças aparentes na temperatura da terra, nos oceanos, na atmosfera, nas florestas alterando a normalidade nestes nichos de ambientes no planeta, fazendo com que haja fazes destes ciclos com grandes alterações climáticas que pode acarretar enchentes e desastres naturais sobre o planeta.

Este é um dos motivos, outro é a retirada do material fóssil do planeta, pois todo material fóssil é um absorvedor de radiação e de temperaturas produzidas pelos processos físicos e fusões nuclear que ocorre no núcleo do astro.

A própria variação é variável, ou seja, não acompanha o valor do fator.

VER FLUXOS PARA EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO.


VER CÁLCULO DE VARIAÇÃO CRESCENTE PARA INDICES DE AFASTAMENTO.
INCLINAÇÕES, EXCENTRICIDADE. ROTAÇAO TRANSLAÇÃO. E OUTROS.
FÍSICA - TEORIA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES E ENERGETICIDADE.

Onde unifica a física, fenômenos nucleares, decaimentos de energia, radiação, produção de luz, calor temperatura, radiação, produção de campos, ação magnética dos astros, formação de astros e desintegração.

Assim, se tem a física, química [produção e evolução dos elementos químicos], formação e desintegração dos astros, fluxos cósmicos de produção e desintegração através de interações e energeticidade.

Física,
Química,
Astronomia,
Cosmologia.


A UNIFICAÇÃO DE CAMPOS PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Todos os campos incluindo o fotônico, o do espaço denso possuem cargas positivas e negativas, direcionam tudo para o equador, dos pólos para o equador.

Tem alcance finito e diminui conforme a fonte que o produziu. Ou seja, decresce a sua intensidade progressivamente. E é finito.

O campo gravitacional também tem ação impulsora e não só de atração. Isto se confirma na evaporação das moléculas de água quando sobe para o espaço. E quando se junta de novo desce em forma de chuva. Logo tem as duas ações.

Alem de ter também a ação magnética de direcionar tudo para o equador dos astros.


E é um campo de intensidade forte, só é visto como fraco porque quando medido, é medido longe da onde está sendo produzido. Pois, o campo gravitacional tem a sua intensidade de produção onde ocorre a maior intensidade de produção de energia. No caso no núcleo do astro.

E o que produz os campos não são as partículas, mas a produção de energia, por isto que no núcleo dos astros ocorrem a produção de campo gravitacional e magnético do mesmo astro.

Em torno de um fóton de luz se tem um campo com todas as características de um campo gravitacional em torno de um astro. Pois o que produz os campos não são partículas mas a produção de energia que produz as partículas, sua temperatura, radiação, atração e impulsão, e campos.
Teoria graceliana de química. Sistema atômico.
Sistema atômico fluxonário estruturante – graceliano.
Primeira teoria da origem da matéria.
Quarta teoria de unificação graceliana. Entre a química, física, cosmologia, astrofísica, energia e matéria.

TEORIA DE ASTROQUÍMICA.

UNIFICAÇÃO ENTRE A FÍSICA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA, PARTÍCULAS, PRODUÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS E FENÔMENOS ASTROFÍSICOS, ASTROQUÍMICOS E COSMOFÍSICOS E COSMOQUÍMICOS.

Matéria é a densificação de energeticuns – sistema de produção de energia que produz o sistema atômico.

ENERGETICUM – MILHARES DE PACOTES DE FILAMENTOS DE ENERGIA QUE PRODUZ UM FÓTON. SISTEMA ATÔMICO E A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS.


É o que liga o núcleo do átomo a suas camadas. O que parece ser um vazio é na verdade o energeticum interagindo e fazendo com que possa haver uma ligação entre núcleo, prótons e elétrons.

Quando o fóton pula de uma camada externa para uma interna é que as interações do energeticum estão no seu máximo, no seu ápice de produção de energia. E este salto ocorre no meio entre as camadas constituídas de energeticum.

Dentro do fóton também ocorre uma intensa atividade de produção de energia pelo energeticum. Com fluxos e saltos numa vibração constante.

O ENERGETICUM É FORMADO POR ÍNFIMOS E INFINITOS QUANTUNS DE ENERGIA [h] DE PLANCK.

O energeticum não tem formato esférico, mas de filamentos, e que se aproximo do vazio, mas não é um vazio.

O fóton é como um novelo de linha, onde as fibras do algodão se entrelaçam formam filamentos, e estes filamentos formam o novelo que é um fóton ou h ação de quanta de energia, ou novelo de energeticum em intensa atividade física.

O salto do elétron de uma camada externa para uma interna não ocorre no vazio, mas sim no meio de energeticum.

E entre o elétron e o núcleo não há um vazio, mas é um meio de ínfimos e infinitos energeticuns livres entre núcleo e elétron e que formam a estrutura do átomo.

O mesmo acontece com o mundo fora do átomo, no espaço o que temos a noção de vazio na verdade estamos inseridos num universo de energeticuns.

Os campos também se processam neste energeticum, e na sua essência são estruturas de energeticuns. Pois não vemos os campos, mas vemos a sua ação.

O que está acontecendo na verdade é uma interação, trocas e saltos de energeticuns entre sistemas atividade pelas suas cargas positivas e negativas e interação de energia.

Entre astros e galáxias esta interação de energeticuns recebe o nome de gravidade.

Entre o mesmo astro e sua atmosfera recebe o nome de magnetismo dos pólos para o equador. Onde carreiam tudo da atmosfera e dos oceanos para o equador.


Em escala menor e de raios de eletricidade.

Depois de campos nuclear forte e fraco.

Campo de fóton,

Campo de espaço denso.

Os campos são formados por energeticuns.

E também o espaço que nos circunda.

Os energeticuns é o espaço denso mais comprimido e na forma de energia.

Quando aumentamos a pressão ou a energia dentro de um recipiente os gases aumentam a sua velocidade por causa de que a energia total também é aumentada, não apenas dentro das partículas dos gases, mas também no sistema dentro do recipiente e externo a estrutura das partículas dos gases.

O mesmo acontece com a dilatação. Pois, não é só os elétrons que aceleram a sua dinâmica, mas também o meio formado por energeticuns em que os elétrons estão inseridos.

Ou seja, se entre o próton e os elétrons há uma lacuna de como o próton é do tamanho de um bola e os elétrons estão distantes e formam um circulo como se fossem o estádio, logo entre esta lacuna temos os energeticuns, e o material que forma os prótons, nêutrons, elétrons é os energeticuns.

Este mesmo material forma as partículas e os campos, pois na concepção os campos não são um vazio, mas uma troca e uma interação de energia entre dois ou mais sistema constituídos de energeticuns.

Os fótons de luz são também constituídos de energeticuns, e se propaga num sistema espacial de energeticuns.

Assim, o vazio não é o vazio, pois é cheio de energia se propagando no espaço. E o próprio espaço é este cheio de energia na estrutura e funcionalidade de energeticuns.


AS CARGAS POSITIVA E NEGATIVA DOS ENERGETICUNS E DAS PARTÍCULAS.

Os energeticuns não têm cargas positivas e negativas, e elas se aglutinam pela ação da compressão de pacotes do próprio energeticum.

Os energeticuns formam as partículas. E todas as partículas possuem tanto a carga positiva quanto a negativa. Ou seja, o elétron tem carga positiva e negativa, o mesmo acontece com o próton, e o núcleo possui também a carga positiva e negativa. Pois eles são formados dos energeticuns que no inicio não tem cargas, mas depois com a aglutinação de infinitos e ínfimos energeticuns o aglomerado na forma de partícula passa a ter ação de atração ou repulsão.
Tanto o elétron, o próton, núcleo e fóton são formados pelo mesmo componente, que é energeticum, pois o energeticum não tem cargas, são compressões de espaço denso.


O ÁTOMO NÃO É UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA.

O que acontece que as partículas mais externas que forma o átomo, que recebe o nome de elétrons produzem fótons que salta de sua órbita para o centro, ou seja, para os prótons, porem os prótons também liberam pacotes de energia constantemente para os elétrons, só que em pacotes menores em mais quantidade e ínfimos, quase imperceptíveis.

Se não houvesse esta interação e troca de energia e de energeticuns os elétrons logo ficariam sem energia e se desintegrariam até desaparecerem. Assim, o elétron libera pacotes de fótons e recebe constantemente energeticuns.

Logo, o sistema que parece ser de cargas com funções definidas por positivas e negativas, depende da posição em que se encontra. Se estiver na periferia liberará pacotes e receberá ínfimas e infinitas quantidades de energeticuns.

O mesmo acontece com o sistema gravitacional sobre a terra. A terra atrai as nuvens de água e corpos grandes, enquanto que impulsiona radiação, calor, gases e vapor de água para a atmosfera. E também carreia estes gases e partículas para o equador.

Grosso modo o próton é como a terra, e os elétrons são como a atmosfera. Que reagrupam os materiais impulsionados pelos prótons, aglutina-os e aumenta a sua estrutura e o seu corpo, e volta a expeli-los no espaço como forma de fótons de energia.

Do contrário não haveria mais elétrons, só haveria prótons. Estes processos de interações mantêm a existência das partículas

Dentro de um átomo ocorre uma intensa produção e interação de energia dos elétrons aos prótons, dos prótons aos elétrons, e também dentro das partículas [próton e elétron] e entre o espaço que existe entre prótons e elétrons.

E que também esta energia são carreadas dos pólos para o equador do átomo num efeito magnético.

ASSIM, O ÁTOMO NÃO É SÓ UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE PRODUÇÃO, INTERAÇÕES, PROCESSOS, TROCAS E VARIAÇÕES DE ENERGIA E DE ENERGETICUNS. QUE MUDAM A SUA INTENSIDADE DE ENERGIA CONFORME A QUANTIDADE E A INTENSIDADE DE PRESSÃO INTERNA PRODUZIDA PELA AGLUTINAÇÃO.

O próprio fóton pode ser mais intenso ou menos intenso, maior ou menor. Esta energia é uma produção interna do átomo. Porem pode receber radiação e fótons de fora aumentado a sua capacidade de produzir interação de energeticuns.

Assim, o sistema externo [elétrons] libera pacotes maiores e com menos intensidade, enquanto o sistema interno [prótons] libera pacotes menores e com mais intensidade.

COM ISTO SE CONFIRMA QUE O ÁTOMO É UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA E NÃO É UMA partícula maciça como uma só coisa. E o que temos a noção de cargas na verdade são funções externas para internas e internas para externas.

Por isto que os fótons podem saltar das órbitas dos elétrons para qualquer lugar, com qualquer direção e intensidade e a qualquer momento. Pois este salto na verdade é uma liberação de energeticuns na forma de pacotes de radiação fotônica. Que também isto ocorre constantemente em escala menores na forma de pacotes de energia e de temperatura.


SOBRE A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E EVOLUÇÃO DAS ESTRELAS.

Os elementos químicos não se formam em reações prótons – prótons, mas em interações intra-atômicas, ou seja, interações de energeticuns que envolvem prótons e elétrons, camada de energia constituída de energeticuns entre prótons e elétrons, e interações de energeticuns que ocorrem dentro dos prótons e elétrons.

Estas interações são aceleradas por acréscimos térmicos em que o átomo se encontra.

Por este caminho não temos uma grande barreira que é a barreira de Coulomb. Em que partículas de mesma carga se repelem, no caso próton repele próton. E as reações de fusões próton – próton é impossível de se realizar. Pois não depende de sorte o que é impossível.

Assim, os núcleos de hidrogênio pesado são fundidos por interações de energeticuns, onde a energia produzida é uma troca constante e infinita entre elétrons, prótons, núcleos, fótons, e camada intermediaria.

Os prótons são construídos um a um dentro do átomo por interações de energeticuns. O átomo que não é uma partícula, mas é um sistema de produção de energia, recebe energeticuns de fora do átomo, que passa por transformações, interações e estágios de produção de energia.

Ao receber energeticuns constantemente, estes energeticuns ficam na parte periférica do átomo na função de elétrons – com carga negativa.

Com as intensas temperaturas do centro dos astros, as interações continuam numa grande intensidade, onde são produzidos dentro de cada átomo campos, radiações, degenerações beta, partículas menores, enquanto os prótons vão aumentando a sua função de receber este material e passa a ser fundido novos prótons em torno do primeiro.

Se o átomo não recebesse material e energia de fora ele pararia a sua produção de prótons, e novos elementos não seriam produzidos. Assim o átomo não é uma partícula, mas um sistema aberto e que recebe outras formas de energia de fora dele.

Esta energia, na forma de energeticuns vai entrar na parte periférica, onde vai sofrer aglutinações e vir a ser elétrons, depois este elétrons vai interagir com o núcleo do átomo, e estas interações vão produzir prótons e novos prótons.

Quando vai possibilitar que novos elementos químicos sejam fundidos. Pois o próton ao interagir com todo sistema do átomo vai puxar para si parte dos energeticuns das camada intermediaria. Porem este material não se acoplar aos prótons já pronto, pois o seu campo mantem um distanciamento e isolamento.

Assim, possibilitando que próximo dele se forme e se esferifique uma nova partícula, e novas partículas. Por isto que os átomos não possuem um imenso núcleo, ou imenso próton, mas vários.

O que possibilita que os elementos químicos se estruture.

De energeticuns em hidrogênio a Helio, e prossegue na escala periódica.



ASSIM, OS ELEMENTOS QUÍMICOS SÃO RESULTADO DE UM PROCESSO DE INTERAÇÕES DE ENERGETICUNS, QUE PRODUZ O ÁTOMO.

1-O átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia.

2-O átomo recebe constantemente energia e energeticuns de fora para produzir novos prótons.

3-O próton se forma a partir da energia e energeticuns de fora.

4-Que primeiro passa pela fase de elétrons.

5-Depois de energia livre na camada intermediaria, até ser novo próton.

6-O próton que recebe toda esta energia, parte é transformada em novo próton ao seu lado, e que se esferifica ínfima e lentamente.

7-Logo, os elementos são um consequencia de um processo natural do próprio átomo, e não de fusão próton – próton.

8-Mas sim, de interações em todo átomo e o meio externo ao átomo.

Do contrário não teríamos átomos com mais de duzentos prótons, que é o caso do urânio, chumbo, tório e outros.
Ou seja, uma fusão próton – próton não produziria novos prótons do nada ou de prótons já produzidos. Assim só pode ter um caminho, o átomo é um sistema aberto, que atrai energeticuns e radiação de fora, que passa a processa-los e transforma-los em elétrons, depois passa para a camada intermediaria entre elétrons e núcleo. O processo continua e parte deste material que já foi elétrons, energeticuns livres entre a camada passa a ser esferificar e a se transformar em novas partículas próximas ao núcleo.

Com isto surge os elementos químicos, pois o elemento químico é representado pelo número de prótons que cada átomo possui.

E assim, o próton se multiplica por que o átomo é um sistema aberto e o material recebido de fora vai fazer parte do sistema até se transformar em esfera próximo do núcleo.

CONTESTAÇÃO DA FUSÃO PRÓTON – PRÓTON.

Pois uma fusão próton – próton não construíria um átomo com mais de duzentos prótons do nada. Pois uma partícula precisa de mais materiais para aumentar a sua quantidade e numero atômico.

Isto prova que o átomo não é uma partícula sólida, mas sim é um sistema aberto e recebe constantemente energeticuns de fora que vai se agrupar dentro do sistema, e vai passar pela fase de elétrons e por fim de próton.

Por isto que o hidrogênio consegue chegar e um estágio de urânio, tório, chumbo, e outros.

Pois, só assim, com entradas e varias transformações o sistema consegue produzir tantos elementos químicos.


Assim, no sistema de interações intra-atômico não se usa carga positiva e negativa, e que o átomo, prótons, elétrons não são partículas, mas sim um sistema de produção de energia, constituído por energeticuns. O átomo é um sistema constituído de outros sistemas.


Por isto que os elementos químicos são produzidos e uns se transformam em outros, e por isto que as estrelas brilham e o Sol continua a brilhar e a produzir calor com tanta intensidade.

Os elementos químicos não poderiam se formar de uma reação só próton – próton, pois os elementos são constituídos de energia, elétrons, núcleo, prótons, temperatura, fótons, radiação. Ou seja, o átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia em que muitos fenômenos estão se processando.





EFEITO PULSANTICO.

LIMITE DE CONTRAÇÃO E EXPANSÃO PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA.

O átomo que não é uma partícula, mas sim um sistema, ele ao realizar os seus processos e produção de energia segue um fenômeno de contração até um limite, aumentando a temperatura total, com a temperatura aumentada pela contração interna, ele passa a ser expandir internamente.

Assim, segue em dois extremos um de dilatação com perca de energia, perca de temperatura e diminuição de processos de produção de energia.

E outro de contração com aumento de produção de energia, aumento de temperatura e diminuição do diâmetro do sistema atômico.

Isto também acontece com os fótons, e os astros e as galáxias.


É O QUE DETERMINA A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS

O que determina a luminosidade das estrelas, sua grande produção de energia e temperatura é a produção de energia pelo sistema atômico, este sistema de produção de energia que envolve o átomo e o meio externo a ele é que garante que uma estrela fique tanto tempo produzindo energia, luminosidade, temperatura, e novos elementos químicos.

Como já foi visto neste artigo, não é uma fusão isolada [próton – próton] dentro do próprio átomo.

Mas um todo, que envolve a produção de energia interna do sistema atômico, a estrutura do sistema atômico [[contração e dilatação] efeito sanfona], e meio externo ao sistema atômico [ação de temperaturas, campos e compressão externa] sobre o sistema atômico.

Isto garante que elementos químicos possam produzir mais de duzentos prótons num único sistema atômico. Pois do contrário como um único átomo de um único próton poderia chegar a ter tantos prótons, se não fosse por um processo lento e construtivo.

1-Por este caminho se prova a abundância dos elementos químicos, pois os com mais prótons são os que menos se encontra na natureza.

2-E por este caminho a barreira de Coulomb é respeita.

3-Alem de fundamentar que seria impossível pela fusão próton – próton surgir do nada mais de duzentos prótons num único átomo.



HARMONIA E SISTEMA REGULADOR.

Assim, uma estrela não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia, onde produz elementos químicos nesta produção de energia por aglutinação onde se forma e se esferifica novos prótons do lado de outros já produzidos.

E este sistema de produção de energia faz com que tanto a estrela pulse quanto o sistema atômico. Dilatando e contraindo-se. Enquanto acelera na contração e desacelera na dilatação das interações e a intensidade de produção de energia.

Com isto faz com que as estrelas e o próprio sistema atômico produz em torno dele uma camada de energia, de radiação, de temperatura, de luz e de campos.

Por isto que o Sol não terminou todo o seu material energético e recebemos até hoje luz, calor, campos e outros fenômenos vindo do Sol.

Assim, a natureza possui um processo auto regulador constituído pela produção de energia e dilatação seguida de desaceleração de intensidade de energia.

Com isto os prótons não se fundem, mas o sistema produz novos prótons próximos daqueles já produzidos. Assim sistema auto regulador, sistema atômico, energeticuns mantêm uma harmonia física e química no cosmo, possibilitando o desenvolvimento e o surgimento de novos elementos químicos.


ESTE PROCESSO OCORRE EM TODA A ESTRELA, E NÃO APENAS EM SEU NÚCLEO E A LUMINOSIDADE É UMA CONSEQUÊNCIA DE TODOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA QUE OCORRE DO NÚCLEO Á ATMOSFERA DA ESTRELA.

Este processo ocorre também nos secundários – planetas, satélites, asteróides, cometas e outros. Por isto que no planeta terra há regiões com maior quantidade elementos químicos, como ferro, estanho, urânio, e outros.

Logo, um próton não estoura para dar origem a outro próton. Mas sim, novos prótons são processados pela produção de energia e se juntam aos que já existem.

Assim, a origem dos elementos químicos e a luminosidade das estrelas, campos, temperatura, partículas, radiação são produtos de produção de energia e são em si produções de energia na forma de energeticuns.

Os campos também são produções de energia na forma e natureza de energeticuns.

Ou seja, os campos não são um vazio, mas uma interação entre sistema de energia no espaço e dentro da matéria.

Na verdade os elementos químicos não evoluem, mas sim, se transformam de mais leves em mais pesados através de processos de produção de energia.


DO DESENVOLVIMENTO DOS ASTROS AOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

1- O sol não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia. Que ocorre em todo astro e não apenas em seu núcleo. Como também na sua atmosfera e gás circundante. E plasma de radiação que o envolve.

2- Os elementos não são produzidos no núcleo dos astros.

3- E que todos os astros produzem os elementos químicos. E não só o sol.

4- Os elementos são uma produção dos processos de energia, ou seja, a energia do astro produz e acelera os processos dentro da matéria, que é o sistema atômico.

5- E não o sistema atômico de produção de energia vai produzir o plasma das estrelas.

6- Assim, o sistema de produção de energia do astro produz o plasma, radiação, gases circundantes, atmosfera, e funde os elementos químicos dentro do sistema atômico.


7- Assim, o processo de compressão produz e acelera a produção do plasma, que acelera os processos de produção de energia e radiação de todo sistema. Acelerando a produção do sistema atômico, acelerando por sua vez a produção de prótons dentro do sistema atômico.
Quando os elementos químicos se estruturam por acréscimo de prótons.

8-Assim, não acontece o contrário de que o sistema de produção próton – próton vai ser o produtor dos fenômenos dos astros. Mas sim, o sistema de plasma de altas temperaturas vai produzir todos os fenômenos inclusive a produção de próton dentro do sistema atômico, como já foi esboçado acima.

9- O sistema de produção de energia dentro do astro produz uma pressão interna que impede que as estrelas explodem. Pois as mesmas já vinham sendo produzidas por pressão do espaço denso e pressão de gases circundantes, atmosfera e o plasma interno e externo.
Autocosmo.

O universo e a energia se criam por condensação do espaço denso.
Processa-se e produz energia e matéria.
Transforma-se em varias fases.
Evolui e condensa maior quantidade de energia na matéria.
Desintegra-se e desaparece por processos de fusão e fissão nuclear, e radiação e
Desaparece.
Enquanto em outras partes do cosmo se reestrutura e inicia outra criação.